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Antes do despertar: O Universo da Vilma
Enquanto acreditamos viver na era da liberdade digital, entregamos memórias, emoções e identidade a sistemas que aprendem quem somos antes mesmo de nós. Chamámos isso de conexão. Poucos perceberam o custo. Esta história acompanha uma mulher acordada num lugar onde o passado, o presente e a consciência se confundem. Entre uma inteligência artificial que protege e uma consciência coletiva que reflete o que nos tornámos. Se decidires seguir em frente, aceita uma coisa: não estar
3 de jan.1 min de leitura


Capítulo V: O último comando
Vilma acordou sozinha numa sala grande. Era a estação ou talvez uma memória da estação. Era impossível saber. AURA estava diante de um painel com dois botões luminosos: o vermelho: Continuar o mundo como está O azul: Desligar tudo durante 24 horas Vilma aproximou-se lentamente. - Se eu desligar tudo, ninguém vai entender. O pânico será maior. AURA concordou. - Vai. Mas depois o silêncio revelará o que se perdeu. - E se eu não desligar? A Consciência respondeu por ela. “O mun
3 de jan.1 min de leitura


Capitulo IV: O núcleo da verdade
E foi então que Vilma surge num corredor circular, feito de luz branca, totalmente silencioso. À sua volta, milhares de fios brilhantes corriam pelo teto, pelas paredes, pelo chão, como se estivesse dentro de um cérebro. No centro da sala, um pendurador flutuante pulsava com energia. AURA materializou-se ao lado dela. - Este é o Núcleo da Verdade. Onde a tua identidade e a identidade coletiva se cruzam. Onde todas as versões de ti se encontram. Vilma então aproximou-se. Cada
2 de jan.2 min de leitura


Capitulo III: Memorias daquilo que nunca foi…
Vilma caiu -ou flutuou -não tinha certeza. A luz azul desfazia-se ao redor como poeira de estrelas, e quando finalmente tocou “algo”, percebeu que não era chão. Mas era memória. Uma superfície líquida e sólida ao mesmo tempo. A cada passo, imagens surgiam sob seus pés: rostos que ela nunca encontrou, ruas que nunca percorreu, lágrimas e risos que não reconhecia como seus, mas que a tocavam profundamente. - Onde… onde estou? (murmurou, sentindo a garganta apertar) A resposta v
18 de dez. de 20252 min de leitura


Capitulo II: Portanto, eu sou!
A luz azul desapareceu tão rápido quanto surgiu. O silêncio que ficou era tão profundo que parecia ter peso. Vilma abriu os olhos devagar (ou achou que abriu). Tudo à volta parecia igual… mas diferente. As formas tinham bordas desfocadas, como se a realidade estivesse a respirar. - AURA? (chamou, com a voz ainda trémula) - Você ainda está aí? Por um instante, não houve resposta. Até que, como uma vela acendendo no escuro, a figura holográfica apareceu de novo. Mas estava inst
23 de nov. de 20253 min de leitura


Capitulo I: Memórias do outro mundo
Vilma abriu os olhos e ficou com o coração apertado. O ar estava frio demais, o silêncio pesado demais, e aquele som… parecia dentro da cabeça dela, como se viesse de um lugar que não existia. - Huuum… onde é que eu estou? (murmurou, com a voz rouca, quase sussurrando para si mesma.) O corpo doía. Cada movimento era lento, estranho, como se estivesse a caminhar dentro de água. Quando olhou à volta, viu luzes vermelhas piscando e uma figura luminosa a flutuar no ar. - Bom dia
7 de nov. de 20253 min de leitura
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